Contratos públicos e a idolatria do caos. Gestores públicos podem mudar isso?

Muito comum na realidade de governança de nosso país, em seus diversos contextos federativos, é a falta de planejamento e, por conseguinte, os inúmeros problemas advindos disso.

Mas o que precisa ser dito é que em sua maioria não se trata de um problema involuntário, mas sim totalmente voluntário no que muitas das vezes é conhecido como indústria da emergência.

Aqui trataremos de modo mais técnico denominando como a idolatria do caos, ou seja, as diversas realidades políticas governamentais acabam por reger-se, mandato após mandato, por uma dinâmica protocolada que apenas sobrevive em meio a uma rotina nutrida diariamente com problemas caóticos que, longe de se buscar soluções resolutas, se aposta intencionalmente em paliativos ou até condutas que só fomentam está desordem.

Assim, cada gestor público deve, através do devido respaldo técnico, elaborar, seja em seu plano de governo quando da candidatura, seja nas metas dos cem dias iniciais, um planejamento estratégico ante as características próprias do ente respectivo a ser gerido.

Desta forma, ainda que situações caóticas advenham, isso deve existir de modo excepcional e não regular naturalizado.

Na TSADV nosso sócio Dr. Augusto Moutella Nepomuceno, coordena em sua área de direito público uma estratégia que entende esta dinâmica e vem auxiliando muitos gestores públicos a caminhar de forma proativa, produtiva e eficaz, deixando de ser refém de políticas de rompantes administrativos, tendo nos organismos de controle aliados e não adversários.

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